Vidente alertou há mais de dois anos sobre queda do avião da Chapecoense

O famoso médium Juscelino Nóbrega da Luz, 56, residente na vizinha Águas de Lindoia, previu a queda do avião da Chapecoense, que matou 71 pessoas e deixou outras seis feridas. O acidente ocorreu na madrugada de terça-feira, dia 29, mas proximidades da cidade colombiana de Medellín, onde a equipe realizaria a primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.

Em fevereiro deste ano A COMARCA trouxe uma matéria especial relatando a trajetória deste ativista ambiental que se tornou ao longo de mais 40 anos famoso no mundo inteiro por causa das premonições que diz receber através de sonhos. Ele informou que a tragédia com equipe da Chapecoense apareceu em seu radar há mais de dois anos, mais precisamente em outubro de 2014.

Como sempre ocorre em situações como esta, cuidou de enviar correspondência à parte interessada, aí no caso, para a diretoria do clube. Usando procedimento padrão, o de registrar em cartório cópias as cartas enviadas, Juscelino disse que remeteu, desde então, também cartas para autoridades bolivianas e colombianas.

Carta enviada por Juscelino para a Chapecoense, alertando sobre tragédia

Na carta fala com precisão a respeito do modelo do avião, acertou até a data em que o sinistro iria ocorrer e que na medida em que o dia se aproximava, garante, intensificou nos últimos dias contatos, via e-mail e por telefone com representantes da equipe catarinense.  Em sua correspondência faz outras previsões como a conquista do campeonato catarinense neste ano.

“É uma situação muito delicada, porque a pessoa que recebe o aviso, acaba tendo algumas decisões a tomar, do tipo, ignorar ou tomar alguma providência. A providência poderia ter escolhido não viajar no dia, ter checado melhor as condições de voo. Poderia ter ignorado com receio de fazer papel de bobo. Evidentemente que se trata de uma posição muito incômoda”, reconheceu.

A COMARCA obteve acesso a carta

Luz ressaltou ainda aquilo que já disse em outras oportunidades: “meu dom de antever situações trágicas não implica necessariamente que estes fatos irão ou não ocorrer. O destino pertence a Deus. Mas, por outro lado, com base no dom que recebi, eu encaro como uma missão pessoal fazer tudo sempre da mesma forma, oportunizando às pessoas tomarem uma decisão que pode mudar por completo uma situação”, elencou.

Revelou ainda que recentemente a dupla Jorge e Matheus deixou de ir a um compromisso numa cidade do interior paulista por causa de suas advertências. Voltando à questão da tragédia, disse que ficou muito triste com o desfecho. “Uma tragédia monumental destas, onde a vida de tantas pessoas inocentes desaparece, acaba de certa forma abalando a todos nós. Foi lamentável”, encerrou.

Editoria: ,

Homem é interceptado na Cachoeira e tem Camaro roubado

Um homem de 39 anos foi vítima de assalto na Rodovia Luiz Gonzaga de Amoedo Campos, estrada da Cachoeira. O crime aconteceu por volta das 20h, na terça-feira, 29.

Segundo os relatos da vítima à Polícia, ele trafegava com o veículo, um camaro, pelo local, quando, próximo ao acesso ao aeroclube, uma moto ocupada por dois elementos se aproximou.

Os ocupantes da moto exibiram armas e ordenaram para que o homem parasse o carro. A vítima foi obrigada a parar no meio da estrada, já que o local não possui acostamento.

O garupa da motocicleta desceu e, nervoso, dirigiu-se à vítima ordenando para que saísse do carro, o que foi obedecido.

O criminoso assumiu o volante do carro e saiu em disparada, seguido pelo comparsa. A vítima correu em direção ao matagal.

Além do carro foram roubados documentos e chaves.



Editoria:

MMEC tem telefone e energia cortados, diz jornalista

O Mogi Mirim Esporte Clube (MMEC) teve suas linhas telefônicas cortadas e parte do estádio está sem fornecimento de energia elétrica, tudo isso por falta de pagamento. A informação é do jornalista Geraldo Bertanha, o Gebê, que revelou a notícia em suas redes sociais na última quarta-feira, 30.

A reportagem de A COMARCA tentou entrar em contato com o clube, mas o telefone fixo do estádio Vail Chaves, de fato, está “temporariamente programado para não receber chamadas”, segundo a operadora. Através de outras mídias, não houve retorno por parte do Mogi Mirim para confirmar, desmentir ou explicar a situação.

Para Gebê, o Sapão da Mogiana atravessa a sua “pior crise administrativa e financeira” desde que foi reorganizado, em 1932. “A atual diretoria não consegue honrar com seus compromissos e o clube está praticamente falido. As dívidas com todos os segmentos de fornecedores crescem a cada dia”, relatou o jornalista.

Em assembleia extraordinária realizada na semana passada, o próprio presidente do MMEC, Luiz Henrique de Oliveira, disse que a equipe se encontra em grave crise financeira. “O clube é deficitário”, fez questão de ressaltar.

O presidente do Sapo justificou as demissões de diversos funcionários administrativos como forma de enxugar a folha de pagamento. Disse que honrou todos os compromissos trabalhistas e que os sucessivos rebaixamentos do time acertaram em cheio as receitas do clube. Além disso, o estádio precisa de reformas estruturais e da troca do gramado.



Editoria: ,

Secretariado muda e Ajub assume Saúde

O prefeito eleito Carlos Nelson Bueno (PSDB) se viu obrigado a fazer algumas mudanças em seu primeiro escalão. A de maior repercussão foi na Secretaria de Saúde. A vice-prefeita eleita Lúcia Tenório (SD) não poderá assumir a pasta em janeiro de 2017. Como substituto, foi escolhido o psicólogo e candidato a prefeito nas eleições de outubro Elias Ajub (PR).

“É uma decisão que talvez surpreenda a todos, mas tivemos um relacionamento muito positivo durante a campanha eleitoral”, explicou Carlos Nelson sobre a escolha de Ajub para a Saúde. Para A COMARCA, o prefeito eleito disse ainda que a nomeação de Elias deve ajudar também na governabilidade da futura gestão, já que o candidato do PR alcançou 5,7 mil votos e foi o terceiro na preferência do eleitorado.

“Fiquei pesaroso porque foi uma decisão difícil, que mexeu com a família da Dra Lúcia. Ela sentiu muito”, revelou Carlos Nelson. A vice-prefeita eleita não conseguiu superar um obstáculo jurídico. Como possui familiares próximos que trabalham no Consórcio Intermunicipal de Saúde “08 de Abril”, ficou impossibilitada de assumir a Secretaria de Saúde, já que haveria evidente conflito ético e legal.

“Realmente, para que eu fique [na Saúde] teria que abrir mão dos meus familiares e estaria tirando da população dois colegas médicos e excelentes profissionais”, justificou a vice-prefeita eleita. Lúcia revelou que a equipe de governo via uma possibilidade de contornar a situação, mas tal viabilidade não se confirmou. “Fiquei triste com isso”, admitiu.

Elias Ajub assumirá Saúde no lugar de Lúcia Tenório, obrigada a recusar o cargo por questões jurídicas

No entanto, a futura vice-prefeita não deve ficar afastada do setor. Carlos Nelson pretende nomear Lúcia como coordenadora das áreas sociais da Prefeitura, englobando não apenas Saúde, mas também Educação, Assistência Social e demais pastas do tipo. “Tenho esse compromisso e essa obrigação com a população”, afirmou a médica. “Estará ao lado do Elias, dando suas visões pertinentes”, completou o prefeito eleito.

Elias Ajub, como secretário de Saúde, disse que pretende realizar mudanças na área. “Vou acompanhar muito de perto os trabalhos, pois vislumbro resultados”, declarou. A equipe de Carlos Nelson entrou em contato com o psicólogo há cerca de 20 dias para tratar da nomeação para a secretaria.

Uma das prioridades no futuro gestor da Saúde é desafogar a Santa Casa e, para isso, Ajub vê na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona Leste a solução. Assim como o prefeito eleito, ele também pretende colocar o prédio em funcionamento o mais rápido possível. “Tenho ideias muito semelhantes com Carlos Nelson”, disse à imprensa.

Elias Rezek Ajub atua em consultório particular há mais de 30 anos. É proprietário e responsável técnico da clínica terapêutica Vida Plena, especializada em assistência psicossocial e à saúde para portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química. Possui formação holística na área da saúde e participou de cursos sobre administração em instituições renomadas.

MUDANÇAS
A Secretaria de Saúde não foi a única que trocou de comando antes mesmo do governo começar. A Secretaria de Planejamento e Mobilidade Urbana também sofreu mudanças. Luiz Rocha, o Neguinho, não será o titular da pasta. Ele alegou problemas de saúde e deve dedicar o próximo ano a cuidados pessoais.

Para seu lugar, foi escolhida Paula Zeferino dos Santos, arquiteta pós-graduada em gestão de cidades e planejamento. Funcionária de carreira da Prefeitura desde 1993, atua no desenvolvimento de projetos de regularização fundiária, loteamentos de interesse social, projetos institucionais e desenvolvimento de legislações que disciplinem o uso do solo urbano.

A Secretaria de Relações Institucionais também mudou de mãos. O radialista Gil Costa afirmou que vai declinar do convite para comandar a pasta para se dedicar a projetos pessoais que surgiram recentemente. Em seu lugar, ao menos temporariamente, assume o futuro chefe de Gabinete e secretário de Governo Danilo Zinetti.

TSE confirma Carlos Nelson prefeito

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu fim a qualquer dúvida que pairava sobre a eleição de Carlos Nelson Bueno (PSDB) e Lúcia Tenório (SD). Na semana passada, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, relator do processo que pedia a cassação do prefeito eleito, rejeitou os recursos interpostos pelo candidato derrotado Ricardo Brandão (PMDB) e pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a chapa do tucano.

O entendimento de que Carlos Nelson não tinha nenhum impedimento para se candidatar nessas eleições já existia na Justiça Eleitoral local, que deferiu a chapa do PSDB para o pleito de outubro e recusou as impugnações propostas pelas candidaturas de Ricardo Brandão e Ernani Gragnanello (PT), além de uma terceira interposta pelo advogado José Aparecido Cunha Barbosa.

Mesmo assim, recursos eleitorais foram protocolados contra a decisão da juíza Fabiana Garcia Garibaldi, da 75ª Zona Eleitoral de Mogi Mirim. O caso foi levado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), que confirmou o registro de candidatura do prefeito eleito, negando os questionamentos de seus adversários. Na ocasião foi necessário o voto de minerva do presidente do TRE-SP.

Decisão do TSE assegura eleição de Carlos Nelson como prefeito de Mogi Mirim

Barbosa e a coligação de Brandão questionaram a decisão do tribunal estadual, opondo o que se chama embargos de declaração, com a intenção de que a Corte Paulista revisse sua sentença. Ambos os pedidos foram negados. Já o procurador regional eleitoral Pedro Barbosa Pereira Neto recorreu ao TSE, alegando que a decisão do TRE-SP não encontrava jurisprudência em instância superior. Brandão seguiu o mesmo caminho.

Para Ricardo Brandão, a rejeição das contas de 2007 do então prefeito Carlos Nelson Bueno são motivo de inelegibilidade. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu parecer desfavorável porque o chefe do Executivo, à época, não realizou o pagamento dos precatórios da antiga Fepasa, mesmo dispondo de recursos em caixa. “Hipótese que importa em improbidade administrativa”, sustentaram os advogados do candidato derrotado do PMDB.

O ministro Maia Filho lembrou em sua sentença que compete exclusivamente à Justiça Eleitoral definir quais atos configuram improbidade administrativa e consequente inelegibilidade. E acrescentou que a desaprovação de contas pelo não pagamento de precatórios é, sim, motivo de inelegibilidade, de acordo com o entendimento do TSE.

O julgamento das contas dos prefeitos é sempre de competência da Câmara Municipal. De acordo com a Constituição Federal, apenas deixam de prevalecer os pareceres do TCE caso 2/3 dos vereadores decidam por isso. O Legislativo de Mogi Mirim aprovou as contas de 2007 de Carlos Nelson, mas por maioria simples. Ou seja, como não foi alcançado os 2/3, ficou mantido o parecer desfavorável do tribunal.

Nesse cenário, o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, manifestou-se pela cassação de Carlos Nelson, acompanhando os argumentos do procurador estadual. É comum, aliás, que o Ministério Público a nível federal concorde com os pareceres emitidos pela Promotorias de instância estadual.

No entanto, o ministro do TSE considerou que há particularidades no caso de Carlos Nelson. Reconheceu que não houve “quebra dolosa da ordem dos precatórios”, o que poderia, aí sim, configurar a improbidade administrativa. Ocorreu, na verdade, uma “tentativa concreta de conciliar as contas públicas e afastar pagamentos vultosos”, de acordo com palavras do próprio Maia Filho. Por isso, o ministro entendeu que não cabe inelegibilidade, pois não há ato doloso que configura improbidade administrativa.

TRANQUILIDADE
Em rápida conversa com A COMARCA, o prefeito eleito Carlos Nelson Bueno afirmou que não esperava resultado diferente no TSE, porém admitiu que a decisão traz um certo alívio. “Não deixa de ser um zumbido que perturbava, mas que agora parou”, comparou. O tucano reforçou que apenas disputou as eleições porque estava certo de sua integridade eleitoral. “Não seria candidato caso houvesse algum tipo de impedimento”, concluiu.

Prefeitura fecha novo acordo com Santa Casa

A Prefeitura de Mogi Mirim e a Santa Casa chegaram a um novo acordo sobre a dívida milionária que estava ameaçando o funcionamento dos plantões de especialidades do hospital. Serão quase R$ 800 mil pagos de maneira parcelada até o dia 14.

Na última quarta-feira, 30, já foram pagos R$ 100 mil. Outros R$ 500 mil devem ser quitados na próxima quarta-feira, 07. A derradeira parcela, de R$ 280 mil, tem previsão de pagamento para o dia 14. O acordo foi oficializado por um documento assinado pelo secretário municipal de Saúde Francisco Scarabel Júnior.

Na semana passada, o promotor Rogério Filócomo Júnior ingressou com uma ação civil pública na Justiça, com pedido de tutela antecipada, pressionando a Prefeitura a quitar imediatamente uma dívida de R$ 600 mil com a Santa Casa de Misericórdia, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.


A ação foi desencadeada por uma representação da Santa Casa encaminhada ao Ministério Público (MP) relatando que a Prefeitura descumpriu o convênio estabelecido para o pagamento dos plantões de especialidade médicas que atendem aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

A consequência foi o agravamento da crise no hospital. O corpo clínico da Santa Casa anunciou há três semanas o atendimento regular apenas de casos de urgência e emergência. Na Unidade de Atendimento Não Agendado (Uana), que recebe os casos que não são considerados graves, cada médico passou a atender apenas cinco pacientes por hora.

Como a Santa Casa conta com somente três médicos no plantão diurno e dois no plantão noturno, isso significa que foram atendidos, no máximo, 15 pacientes por hora durante o dia e 10 pacientes por hora durante a noite, em caráter não cumulativo. Ou seja, o limite de atendimento na Uana passou a ser de 300 pessoas a cada 24 horas. Em dias de maior movimento, a Santa Casa recebe de 600 a 700 pacientes.

“Restou demonstrado que a Prefeitura não está arcando com seu dever constitucional de prestar à população os serviços de saúde”, resumiu o promotor. “O senhor prefeito municipal culpa a crise econômica do país, quando se sabe que sua gestão financeira foi temerária em diversos setores”, critica Filócomo.

“É uma irresponsabilidade do Poder Público municipal não tomar uma providência concreta para solucionar a questão do pagamento dos repasses à Santa Casa, que é obrigação municipal e, uma vez que, tal serviço é indispensável para se preservar a vida humana”, argumentou o representante do MP.

Editoria: , ,

Sapão estreia contra Taubaté no Paulista A2

Foi divulgado nessa semana pela Federação Paulista de Futebol (FPF) o regulamento e a tabela do Campeonato Paulista da Série A2, competição que o Mogi Mirim Esporte Clube (MMEC) volta a disputar após sofrer o rebaixamento na divisão de elite na temporada deste ano.

O primeiro desafio do Sapo será diante do Esporte Clube Taubaté, com mando de campo do adversário. Inicialmente, a partida está marcada para o dia 29 de janeiro, mas sem horário definido. Isso porque a FPF ainda recebe até terça, 06, sugestões dos clubes para os horários e locais dos jogos.

Caso o estádio “Vail Chaves” esteja apto a receber as partidas da série A2, a estreia do MMEC diante de sua torcida deve ocorrer em 01 de fevereiro, em partida contra a Velo Clube Rioclarense. Serão, ao todo, 19 partidas na primeira fase da competição.

A principal mudança no regulamento que entra em vigor na temporada que vem, definido no Conselho Técnico, é a mudança de oito para quatro classificados para a segunda fase. Assim, o campeonato perde suas quartas-de-final, partindo diretamente para as semifinais com os quatro clubes mais bem colocados na fase inicial.

Concluída a primeira fase, serão seis os rebaixados para a série A3 do Campeonato Paulista. Para fugir da degola e tentar se classificar para as semifinais, o MMEC tem uma pequena vantagem. Disputará mais partidas em casa (dez) do que fora (nove), pelos critérios técnicos definidos pela FPF.

As semifinais serão em partidas de ida e volta, sendo que os dois melhores classificados da fase inicial disputam o primeiro jogo na condição de visitante e o segundo como mandante. Quem vencer, além de garantir a participação na final, também está classificado para a série A1 do Paulistão.

A grande final, marcada para 07 de maio, será em jogo único, com o mando de campo da equipe que obtiver melhor campanha durante toda a competição. O vencedor garante uma vaga reservada aos paulistas na Copa do Brasil de 2018.


Scroll to top