Assista na íntegra ao debate entre os candidatos a prefeito de Mogi Mirim nas eleições 2016

Na reta final da campanha eleitoral, quatro dos cinco candidatos a prefeito de Mogi Mirim estiveram reunidos para confrontar ideias e planos de governo no debate promovido pelo jornal A COMARCA em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (Acimm) e a Pró-Imagem Produções em Vídeo.

Por aproximadamente três horas, os candidatos Carlos Nelson Bueno (PSDB), Coronel Vanderlei de Oliveira (PRP), Ernani Gragnanello (PT) e Ricardo Brandão (PMDB) questionaram e foram questionados, com a mediação do jornalista Flávio Magalhães. A ausência sentida foi do candidato Elias Ajub (PR), que não justificou sua falta.

(Foto: Acimm)

No primeiro bloco, os quatro candidatos fizeram suas considerações iniciais e responderam perguntas entre si, com temas sorteados. Houve questões sobre Saúde, Educação, Segurança Pública, Mobilidade Urbana, dentre outros. No segundo bloco, mais confronto direto, dessa vez com tema livre.

Foi aí que o debate teve seus pontos mais altos, com, por exemplo, o embate entre Ernani e Ricardo Brandão em questões como o Parque das Laranjeiras. Em momentos distintos, Carlos Nelson, Ernani e Ricardo Brandão solicitaram pedidos de direito de resposta. O julgamento foi de uma comissão de profissionais da Ordem dos Advogados do Brasil, subseção de Mogi Mirim, presente a convite do jornal A COMARCA.

A pedido dos assessores do candidato Ricardo Brandão, e com a anuência de Carlos Nelson e Coronel Vanderlei, o debate foi encurtado. Ao invés de duas perguntas para cada candidato nos próximos blocos, foi realizada apenas uma. A coligação de Ernani foi a única contrária a ideia.

No terceiro e último bloco, os candidatos responderam a questionamentos dos leitores do jornal A COMARCA, enviados através de formulário no site do periódico, e fizeram uma nova rodada de questionamentos diretos, finalizando com suas considerações finais.

Para o diretor de A COMARCA, Gilmar Bueno de Carvalho Júnior, o evento foi altamente positivo. “Com a credibilidade e tradição do jornal A COMARCA e da Acimm, e com o apoio da Pró-Imagem, certamente fortalecemos o processo democrático das eleições de 2016. Quem saiu vitorioso foi o eleitor”, afirmou.

Assista na íntegra:





Mogiano, vice de Brandão, está inelegível e Justiça indefere chapa do PMDB para as eleições

A Justiça Eleitoral de Mogi Mirim indeferiu a chapa do PMDB para as eleições municipais de 2016 porque o candidato a vice-prefeito José dos Santos Moreno, o Mogiano, está inelegível.

A juíza Fabiana Garcia Garibaldi considerou que o registro de candidatura não pode ser concedido a Mogiano porque o candidato possui uma condenação pela prática de crime previsto pela Lei de Licitações.

Com o impedimento de Mogiano, a magistrada julgou como indeferida a chapa para eleição majoritária da Coligação “Tudo por Mogi Mirim” (PMDB, PP, PTB, PEN, PROS, PRB e DEM), que lançou Ricardo Brandão para prefeito.

Mais informações a qualquer momento e 
a cobertura completa no Jornal A COMARCA.


Carlos Nelson é candidato, decide Justiça

A Justiça Eleitoral julgou improcedente os pedidos de impugnação contra o candidato a prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB). Com isso, o tucano pode definitivamente concorrer nas eleições de outubro.

Para a juíza Fabiana Garcia Garibaldi, os argumentos apresentados pelo advogado José Aparecido Cunha Barbosa e pelas coligações de Ricardo Brandão (PMDB) e Ernani Gragnanello (PT) não implicam em inelegibilidade para o ex-prefeito.

Mais informações a qualquer momento e 
a cobertura completa no jornal A COMARCA.

Carlos Nelson e Dra Lúcia Tenório podem concorrer livremente nas eleições de outubro

Manifestantes pedem a saída de Temer e bloqueiam avenida

Um grupo de aproximadamente 50 jovens de Mogi Mirim e Mogi Guaçu organizaram um protesto contra o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) no fim da tarde e início da noite de ontem, 02. O manifesto ocorreu na rotatória que dá acesso ao Hospital Municipal guaçuano, no cruzamento das avenidas Padre Jaime, Mogi Mirim e dos Trabalhadores.

Munidos de faixas e cartazes em que era possível ler frases como “resistir sempre, Temer jamais”, “querem vender o Brasil” e “Fora Temer!”, os manifestantes entoaram palavras de ordem para os motoristas que transitavam pelo local. Foram ouvidos gritos de “Temer golpista!” e “fascistas, golpistas, não passarão!”.


Em diversos momentos, o grupo que protestava invadiu a avenida e impediu o trânsito de veículos em pleno horário de pico, causando a revolta de alguns que trafegavam pelo local. Não raro, motos e veículos tentavam avançar sobre os jovens. Alguns motoristas hostilizam os participantes do protesto, enquanto alguns outros demonstravam apoio.

A forças policiais e de segurança não acompanharam a manifestação durante o período de tempo em que a reportagem de A COMARCA esteve no local. O protesto durou aproximadamente duas horas.


BRASIL
Movimentos sociais, estudantis e coletivos feministas fizeram manifestações por todo o Brasil protestando contra o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff e pedindo a saída do presidente da República, Michel Temer.

Um dos membros da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Alexandre Conceição, disse, após o último pronunciamento de Dilma Rousseff, que a organização prepara novas ocupações de terras para as próximas horas em protesto ao que considera um golpe de Estado.

População estimada de Mogi Mirim chega a quase 92 mil habitantes

O Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgou na semana passada a população estimada dos mais de 5.570 municípios brasileiros e Mogi Mirim teve crescimento inferior a 1% em comparação com ano passado. De 91.483 habitantes em 2015, pulou para 91.929 neste ano de 2016. Em 2014 eram 91.027 e em 2013, 90.558. Há seis anos, quando foi feito o último censo, a população aferida foi de 86.505 habitantes.

Na região, Mogi Guaçu continua reinando absoluta em termos populacionais, com 148.327, devendo atingir a simbólica casa de 150 mil habitantes em 2018. Itapira tem atualmente, conforme o IBGE, 73.410 habitantes em 2016. No ano passado eram 72.967; 443 novos moradores em um ano, 3 a menos do que Mogi Mirim.

Das cidades vizinhas, temos ainda Arthur Nogueira com 51.126 e Santo Antonio da Posse, com 22.597. Na microrregião, Estiva Gerbi tem a menor população, 10.971 habitantes.  São João da Boa Vista, também considerada espécie de “capital regional”, somou 89.564; menos do que Mogi Mirim. Espírito Santo do Pinhal teve 44.036.

No Brasil São Paulo continua imbatível, com pouco mais de 12 milhões de habitantes. A menor população foi a do município de Serra da Saudade, região central de Minas Gerais, com 815 habitantes. A segunda menor população fica no estado de São Paulo, em Borá, com 838. Para agentes públicos, o aumento ou diminuição da população traz interferência direta na distribuição de alguns recursos do Governo Federal.



Editoria:

Mogi Mirim empata no Sul e se complica na Série C

O Mogi Mirim Esporte Clube viajou ao Rio Grande do Sul, onde enfrentou nesse domingo, 04, a equipe do Ypiranga. A partida realizada no estádio Colosso da Lagoa, em Erechim, terminou empatada sem gols. Esse foi o quarto jogo seguido do Sapão da Mogiana sem marcar.

A equipe comanda por Leston entrou em campo com Gustavo, Edvan, Murilo Henrique, Renato Camilo, Bruno Ré, Gilson, Romárinho, Alan Mota, Kaio, Diego Clementino e Jô. A melhor chance do Mogi Mirim no primeiro tempo saiu dos pés de Kaio. O atleta arriscou de longe e acertou o travessão da equipe gaúcha.

A equipe do Sapão voltou para o segundo tempo precisando do resultado positivo, entretanto, não conseguiu transformar em gols as chances criadas. Diego Clementino parou nas mãos do goleiro Carlão do Ypiranga, e Marlon, que entrou no lugar de Kaio, acertou a trave da meta defendida pelo time gaúcho.

Do outro lado, o Goleiro Gustavo do Sapão realizou boas defesas, e ajudou a equipe do Mogi Mirim a assegurar um ponto fora de casa.

Com o resultado, o Mogi Mirim se complicou em busca da classificação para a próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C. Com 22 pontos e ocupando a sétima colocação, o Sapão precisa vencer os dois próximos jogos e ainda depender de uma combinação de resultados para conseguir uma vaga para as quartas-de-final da competição.

Livro retrata trajetória dos italianos em Mogi

A contribuição dos imigrantes italianos para o desenvolvimento de Mogi Mirim e das cidades da Baixa Mogiana está agora reunida em livro. “Italianos em Mogi Mirim”, escrito por Carmen Lúcia Bridi e Sérgio Romanello Campos (in memorian) traça a trajetória dos imigrantes da Itália para o município mogimiriano e relata a origem de algumas tradicionais famílias da cidade.

“O objetivo inicial foi deixar registrado as famílias que passaram por Mogi Mirim e seus descendentes”, explicou Carmen para a reportagem de A COMARCA. Essa iniciativa é antiga. Desde os anos 2000, segundo a autora, há registros da hoje extinta Associação de Cultura Ítalo-brasileira em Mogi Mirim sobre a produção de um livro para esse fim.

De lá para cá as pesquisas continuaram, mas com alguns contratempos e interrupções. O professor Sérgio Romanello Campos faleceu em 2005, porém deixou várias anotações que puderam ser aproveitadas na obra. Por fim, o livro relata muito mais do que a origem das famílias italianas em Mogi, abordando questões como núcleos colônias e a legalização dos estrangeiros.


Bem ilustrada, a obra pode ser entendida como uma mostra da contribuição dos italianos e seus descendentes para o desenvolvimento econômico, sociocultural e geográfico de Mogi Mirim e região. Entre suas principais fontes estão o centenário jornal A COMARCA e o periódico A Gazeta de Mogy-Mirim, que circulou de 1886 a 1893.

“Italianos em Mogi Mirim” traz, por exemplo, a relação de imigrantes registrados pela Delegacia de Polícia da cidade, levantamento dos comércios mantidos pelas famílias e, claro, a origem de algumas delas, vindas da Itália e aqui estabelecidas. Foram 44 relatos ao todo.

Como o território mogimiriano era muito extenso há décadas atrás, dando origem a diversas cidades posteriormente, o livro aborda o passado não só de famílias que aqui residem, mas também de Mogi Guaçu, Conchal, Itapira e Jaguariúna, antigos distritos de Mogi Mirim. “Contando a história desses italianos, contamos também a história da cidade e da região", resume a autora.

LANÇAMENTO
O lançamento oficial de “Italianos em Mogi Mirim” ocorre no próximo dia 16, a partir das 20 horas, na sede da Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (Acimm). Na ocasião, além de uma noite de autógrafos com a autora Carmen Lúcia Bridi, a obra estará com um preço promocional.

Quem não puder comparecer ao lançamento pode adquirir o livro posteriormente em três pontos de venda na cidade: a livraria Mojilivros, a papelaria Papiro e a Banca São José, todos na região central de Mogi Mirim.

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